Um dia vi num reclame qualquer algo como “Até ao infinito, e mais além”. Isso inspira-me no que eu vi e ouvi hoje. Estive de novo no Carpe Diem em Santo Tirso (um bar concerto daqueles “feios” e “meio sujos” mas acolhedor, onde se ouve música, porque, desculpem-me a sinceridade, é que eu acho que em 99% dos bares não ouço ponta que me agrade), okay, agora 80% das pessoas não voltam cá ao blog
. Bah. Whatever.
Eu vi U-Clic, uma banda portuguesa, um tom indie, electronico, industrial, rock, e, tal como na seguinte entrevista é citado: http://blitz.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=bz.stories/6342 as referências e os grandes nomes estão lá todos/as. E quem não gosta? Quem não vê? Ouvi todo o novo album deles e foi realmente diferente de tudo o que tenho visto até ao momento, diferente do diferente. E valeu a pena, como sempre vale, o tempo todo que tive que esperar não me desiludiu, nem sequer os míseros 3€ que dei. Vivamente vos recomendo, e para que experimentem um pouco da sensação única e da viagem que eu fiz corram já para: http://www.u-clic.com/consolepupils/, o Website do novo album e girem o player que eles lá puseram.
E o melhor de tudo, é que essa arte que é a música vem acompanhado de uma componente visual excelente, a qual eles não descuidam e tomam como parte de um todo que é o espectaculo.

“Não se restringe ao retro, não se limita no futurismo.
É electrónico, é digital, é orgânico, é analógico.
É uma ideia colectiva que ganha um formato uno e coeso ao vivo.
u-clic são dois músicos,
uma laptoper, um v.j., uma equipa, u-público.”
Primeiro Single:
Que coisa tão grande! Até parece que me pagam para eu fazer isto, mas não. Juro-vos que não.